quarta-feira, 21 de outubro de 2009

COMER E NUTRIR: Duas faces da mesma moeda?

Comer e nutrir , não são sinónimos!

Todos sabemos que o nosso carro precisa de combustível para andar!
Todos nós detestamos (uns mais outros menos, dependendo do preço do combustível e do poder de compra), aquela luzinha amarela, super irritante, que se acende no tablier do nosso carro, quando o nível de combustível está baixo!
Também sabemos que para apagar aquela luzinha, temos de nos dirigir à bomba de combustível e colocar algum combustível, ADEQUADO, no depósito. E digo adequado, porque alguns de nós já perceberam (provavelmente da pior forma), que não convém pôr gasóleo quando o carro é a gasolina, ou vice-versa! Também não podemos pôr água (que jeito que dava não era?!...)!
No entanto, em qualquer dos casos, a dita luzinha apaga-se, porque se trata de um avisador de nível. Não detecta a qualidade do que estamos a pôr no depósito, mas sim a quantidade!
Ok!... Penso que já entenderam!
O nosso organismo também tem uma luzinha de alerta: a sensação de fome! E é claro que ela apaga com qualquer combustível que encha o depósito. O pior, é que se não lhe damos o que ele precisa, mais tarde ou mais cedo, vamos ter problemas.
Infelizmente, é normalmente MAIS TARDE!
O facto de não sentirmos as consequências de forma imediata, leva-nos a repetir os mesmos erros, até ao ponto em que o nosso organismo entrará em falência e pedirá descanso de tanto combustível errado e recusar-se-á a continuar dessa forma. Nalguns casos, ainda vamos a tempo de corrigir alguma coisa e, apesar de termos reduzido a qualidade de vida do "motor" e lhe termos provocado danos irreparáveis, conseguimos ainda que ele vá trabalhando com algumas deficiências e algumas "ajudas externas". Na maior parte dos casos, é mesmo o fim do "motor". E, nada a fazer! Não dá para trocar, para comprar outro... Nada! É mesmo o fim!
Outras vezes, desejaríamos que tivesse sido o fim, em vez de prolongar a sua vida sem qualidade!
Na realidade, nos tempos que correm, passamos os dias a colocar combustível de má qualidade no nosso organismo, com uma influência directa sobre a nossa qualidade de vida futura!
O problema, é que, pensamos nós, as coisas más "só acontecem ao vizinho do lado"! Esquecemos que, para o vizinho do lado, nós somos o "vizinho do lado"!
Ao longo deste blog, tentarei passar a minha experiência de técnico de saúde (enfermeiro) e de consultor na área da nutrição celular, mostrando que, temos que estar mais conscientes acerca desta problemática e tomarmos em nossas mãos as decisões do tipo de vida que queremos viver no futuro!
Agradeço a participação de todos os que poderem dar contribuições válidas para este blog.
Até já.

Loureiro


4 comentários:

  1. Parece que fui o primeiro a escrever. Pois é... lá está...
    Boa boa... para quem não sabe ta muito fixe. Espero q tudo esteja a correr bem por ai.
    Quanto ao tema, comer e nutrir não são sinónimos mas um não vive sem o outro (excepto se receberes nutrientes por via intravenosa). Vamos todos contribuir pois sim senhor.
    Grande abraço
    Orlando

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. EXPRESSO ONLINE DIA 12 JANEIRO 2009

    Obesidade impede casal de adoptar criança

    Um município britânico impediu um casal de adoptar uma criança porque o homem sofre de obesidade mórbida.

    Damien Hall pesa 150 quilos e tem 42 de índice de massa corporal. Além de padecer de obesidade mórbida, transtorno que implica risco de morte, também não pode adoptar. Isto, por decisão das autoridades municipais de Leeds, no norte da Inglaterra, onde reside, que decidiram que se Hall quer ser pai deve, então, perder peso.

    Hall, que viu frustado o seu intento de adoptar uma criança, denunciou o caso à BBC. No documento que lhe foi enviado com a decisão, a autarquia diz que o processo de adopção continua activo, convidando-o a apresentar-se para um novo exame médico dentro de algum tempo.
    Pressão para perder peso

    O casal, ao que parece, não pode ter filhos biológicos. Segundo o documento divulgado pela BBC, o médico que deu o parecer à comissão de adopção expressou a sua preocupação com a saúde do candidato a pai, tendo recomendado que é necessário alterar os seus hábitos de vida. Ou seja, fazer dieta e exercício físico para manter uma eventual perda de peso.

    Hall, por sua vez, diz que "é difícil perder peso sob pressão", e lamenta que não tenham tido em conta as qualidades do casal. "Não fumamos, não bebemos e poderíamos oferecer a uma criança um lar feliz e seguro", argumentou.

    Charlotte, a mulher, também não se conforma com a decisão, que considera injusta, e alega que o marido trabalha a tempo inteiro e é muito activo, levando o cão à rua duas vezes por dia.

    Entretanto, na localidade de Aguascalientes, no México, os polícias que conseguem emagrecer recebem um prémio em dinheiro. A recompensa está a ser oferecida desde o ano passado pelas autoridades locais: 100 pesos, algo como sete euros, por cada quilo perdido.

    Cerca de 40% dos 1 600 polícias de Aguascalientes são obesos. Há três anos, houve outra tentativa para que perdessem peso. Os agentes foram aconselhados pelas chefias a vigiarem o peso e a praticarem desporto. Não resultou.

    O risco agora é que Aguascalientes passe a ter polícias anoréxicos.

    TÁ UMA CASA BEM GOVERNADA

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  4. Quero cumprimentar-te e felicitar-te, Rui.
    Nunca é demais gritar a importancia da nutrição e tu és mestre nessa matéria.
    Um abraço, Rui.

    O teu amigo, Maciel

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